quinta-feira, 20 de julho de 2017

Livros que valem fortunas.


Os mais TOP

Os 10 livros mais caros de todos os tempos

Vivemos numa época em que muitas pessoas pensam que as cópias físicas dos livros estão desatualizadas e são simplesmente desnecessárias. Felizmente, ainda existem muitas pessoas no mundo que estão convencidas do contrário e dispostas a pagar por eles! Alguns destes livros possuem um enorme valor histórico, outros são simplesmente obras de arte - aqui está uma lista dos dez livros mais caros já alguma vez vendidos!
10. Os Contos de Beedle, o Bardo, J.K. Rowling - €3.6 milhões
J.K. Rowling criou 7 exemplares deste livro infantil que é mencionado várias vezes em Harry Potter e as Relíquias da Morte. Cada exemplar está escrito à mão e ilustrado pela própria autora, encadernado em pele castanha e decorado com prata e selenito. Ela ofereceu seis dos sete exemplares originais a amigos e editores. O sétimo exemplar foi, no entanto, leiloado por 3.6 milhões de euros, o que o torna o manuscrito moderno mais caro!
9. A Bíblia de Gutenberg - €4.6 milhões
A Bíblia de Gutenberg, também conhecida como a Bíblia das 42 linhas, é o primeiro livro impresso usando o tipo de metal móvel produzido em massa na Europa. Com cerca de 180 exemplares originais produzidos, apenas 48 chegaram aos dias de hoje e apenas 31 permanecem em perfeito estado. Um destes exemplares foi vendido em leilão por 4.6 milhões de euros em 1987.
8. O Primeiro Fólio, William Shakespeare - €5.6 milhões
“As Comédias, Histórias e Tragédias” de William Shakespeare ou simplesmente “O Primeiro Fólio” é uma coleção de peças de Shakespeare e foi impressa em 1623, apenas sete anos após a sua morte. Dos 750 exemplares originais apenas permanecem até aos dias de hoje cerca de 228. Considerado como o trabalho mais duradouro na literatura inglesa, esses exemplares são dos livros mais procurados por colecionadores de livros de todo o mundo. Paul Allen, o co-fundador da Microsoft, gastou 5.6 milhões de euros num deles em 2001.
7. Os Contos de Cantuária, Geoffrey Chaucer - €7 milhões
Apenas uma dúzia de exemplares da primeira edição de “Os Contos de Cantuária”, de Geoffrey Chaucer, impressos em 1477, estão espalhados pelo mundo hoje em dia. O último exemplar que estava na posse de um colecionador privado foi comprado por Earl Fitzwilliam por apenas €6.80 em 1776. Quem iria adivinhar que o mesmo exemplar seria vendido em leilão em 1998 por 7 milhões de euros.
6. As Aves da América, James Audubon - €10.8 milhões
Existem apenas 119 exemplares completos da primeira edição de “As Aves da América”. Um dos conjuntos de quatro volumes foi vendido em leilão em 2010 por uns fantásticos 10.8 milhões de euros! Dois outros exemplares da primeira edição foram vendidos em 2000 por 8.3 milhões de euros e em 2012 por 7.4 milhões de euros.
5. Livro de Orações Rothschild - €12.6 milhões
Também chamado de “Horas de Rothschild”, o "Livro de Orações Rothschild" é um livro manuscrito iluminado flamengo de horas. O manuscrito foi compilado por vários artistas por volta de 1500-20 e tem 254 fólios. Foi comprado em 1999 por 12.6 milhões de euros, o que bateu o recorde do manuscrito iluminado mais caro do mundo.
4. O Livro de Salmos da Baía - €13.4 milhões
“O Livro de Salmos da Baía” é provavelmente o mais conhecido, por ter sido o primeiro livro impresso na América do Norte britânica e foi primeiramente impresso em 1640 em Cambridge, Massachusetts. Há rumores de que restam apenas 11 exemplares do livro, um dos quais foi vendido em leilão em 2013 por 13.4 milhões de euros!
3. Evangelho de São Cuteberto - €13.4 milhões
O “Evangelho de São Cuteberto” ou “Evangelho de Stonyhurst” é um livro de bolso evangélico do século VIII escrito em latim. O que torna este livro único é que é um dos primeiros exemplos de encadernação no mundo. Foi vendido em leilão em 2012 por 13.4 milhões de euros.
2. Magna Carta (exemplar original) - €20.1 milhões
A “Magna Carta”, também conhecida como “Magna Carta Libertatum”, é uma carta redigida pelo arcebispo de Canterbury, e aceite pelo rei João de Inglaterra, para fazer a paz entre ele e um grupo de barões rebeldes. Em 2007, um exemplar original da Magna Carta foi comprado em leilão por 20.1 milhões de euros. Correm rumores de que o comprador foi David Rubenstein.
1. O Codex Leicester, Leonardo da Vinci - €29 milhões
Este caderno de 72 páginas é talvez o diário científico mais famoso de Da Vinci. Contém reflexões e teorias manuscritas sobre uma grande variedade de tópicos, como o movimento da água, por que a lua brilha e até mesmo fósseis. Em 1717, o manuscrito foi comprado pela primeira vez por Thomas Coke, que mais tarde se tornou Earl de Leicester, daí o nome do manuscrito. Em 1980, o manuscrito foi parar às mãos do colecionador de arte Armand Hammer. Em 1994, no entanto, o diário foi comprado por nada menos que o próprio Bill Gates, que pagou 29 milhões de euros por ele, tornando este manuscrito o livro mais caro já vendido. Bem, faz sentido que o livro mais caro pertença ao homem mais rico do mundo!
 
Como podemos observar nesta lista há muito por onde escolher no que à temática respeita. Eu, modesto coleccionador, bem que gostaria de ter dinheiro para adquirir, não estas obras, pois isso está completamente fora de questão mas para algumas existentes no nosso mercado. Portugal tem muitas e boas edições que custam autênticas fortunas, também elas. Ao que sei a grande maioria quando aparece são adquiridas por profissionais do ramo que as enviam para o estrangeiro. Particularmente para os Estados Unidos.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Cascais e a Peninha na Serra de Sintra.

 " Cascais assume gestão do espaço natural da Quinta da Peninha.

 A Câmara Municipal de Cascais, através da Cascais Ambiente, vai assumir a cogestão da Quinta da Peninha para, à semelhança do que sucede com a Quinta do Pisão, promover a protecção e conservação da natureza, abrindo o espaço à vivência do público. "

A notícia acima transcrita li-a no Jornal " Tudo sobre Cascais " nº 84 de Junho do corrente.

Como breve comentário direi que é uma boa notícia.

Cascais e a sua exuberante verdura. Hoje! Lá ao longe, no ponto mais alto da serra, vemos a Peninha.
Foto de minha autoria.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Extinçao em massa. A progressiva escala.

Terra: Investigadores falam na sexta extinção em massa

Estudo conclui ainda que o tempo para reverter efeitos de tal escala é escasso.

Terra: Investigadores falam na sexta extinção em massa

 Fonte:  " Notícias Ao Minuto "
Um estudo publicado no PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States) apurou conclusões gravosas e que nos fazem questionar que futuro queremos para o planeta em que vivemos.
Gerardo Ceballos, Paul R. Ehrlich e Rodolfo Dirz, os investigadores responsáveis pelo estudo, provaram que, durante as últimas décadas, desapareceram do mapa não milhões, mas sim milhares de milhões de espécies pelo globo. E não são espécies raras, falam concretamente em diferentes tipos de aves, mamíferos, répteis e anfíbios que deixaram de existir.
Isto leva o trio de investigadores a afirmar que esteve em curso “a sexta extinção em massa” e que a mesma ocorreu de forma incompreensivelmente rápida.
Para chegarem a este veredito, foi preciso contornar a problemática de não haver registos sobre algumas das espécies que tinham sido analisadas ainda no início do século XX ou até agora. Por isso, o estudo escolheu fazer antes uma investigação geográfica, ou seja, foi analisada a distribuição de cada espécie pelos diferentes cantos do planeta ou de países em específico entre o ano de 1900 e o ‘hoje em dia’.
Dessa análise resultaram números alarmantes: Quase 8.900 espécies – o equivalente a um terço - já não estão presentes no que seria o seu território original, mas não só. Apurou-se também que quase todas as espécies estudadas se extinguiram a nível local ou perderam parte da população.
O grupo dos mamíferos, como nota o The Guardian, é aquele cuja análise conseguiu ser mais detalhada. Sobre eles, os dados mostram que pelo menos metade perdeu cerca de 80% da sua área geográfica.
“A aniquilação biológica resultante terá, obviamente, sérias consequências ecológicas, económicas e sociais. A humanidade acabará por pagar um preço muito alto pela diminuição do único conjunto de vida que conhecemos no Universo”, dizem os autores, utilizando expressões mais fortes do que é normal. “A situação tornou-se tão má que não seria ético não usar linguagem forte”, explica o investigador Gerardo Ceballos, citado pelo diário britânico.

O autor diz ainda que “todos os sinais apontam para agressões ainda mais poderosas à biodiversidade nas próximas duas décadas, criando uma perspetiva sombria para o futuro da vida, incluindo da vida humana”, sendo uma das principais responsáveis a “sobrepopulação humana e o crescimento populacional contínuo e o superconsumo”.

sábado, 8 de julho de 2017

Está aí alguém ?



A interrogação que encontrei apropriada a esta imagem muito provavelmente jamais no meu tempo de vida terá resposta palpável.
   Sinceramente gostaria que fosse diferente ainda que isso viesse a trazer mais complicações do que aquelas que todos vivemos, neste nosso Planeta, por enquanto o único que, comprovadamente, mantem a vida tal como a conhecemos.
   Utopia, sonho ou realidade no plano da fé poderei encontrar algumas respostas mas ( e há sempre um mas ) não queria que fosse essa a via.Já vivi uns poucos de anos e não sei quantos viverei mais, porém começo a achar que a humanidade acabará por ultrapassar em muito a sustentabilidade planetária e, não sendo egoísta, acho que todos temos direito a um cantinho por aqui. Animais ( irracionais ) plantas e demais viventes ou inertes rochas, areias, solos etc, etc... As complicações a que me refiro num anterior parágrafo inserem-se por simples exemplo, mas não único, na ordem das religiões em que muito naturalmente e considerando a nossa humana propensão, irão surgir sob a forma de conflitos na crença do Deus único.Aliás, conflitos haverá sempre até ao final dos tempos nem que seja entre aqueles que comem carne e os que comem vegetais. Mas como dizia o poeta " mantem-te em paz com Deus, seja qual for a ideia que Dele tiveres. Ou não será ? Ou será que mais prosaicamente " deus é o dinheiro e o diabo é não o ter ?. Como se vê questões não faltam. A amostra do que se passa nos nossos dias em que ninguém parece se entender leva a pensar se realmente aceitaria-mos alguma ajuda vinda do exterior na forma de um ente desconhecido. E se não fosse " à nossa imagem e semelhança " se fosse branco? preto ? amarelo? de pele vermelha? com traços fisionómicos e anatomia diferente ?
Aguardarei pois até ao final do meu tempo. Após este creio que nada de mim haverá por aí. Os dinossauros viveram milhões de anos por cá e deles só restam fósseis. No final deste ciclo temporal temo que, muito provavelmente, nada restará de humanidade nem do Planeta. Ainda que se pense que a actual guerra, a surgir, será nuclear a arrasadora para todos. A próxima será, de certeza e de novo, com paus e pedras. Mesmo assim tenho dúvidas. Como se tudo isto não bastasse aí estão as alterações climáticas e o seu rol de tragédias a ensombrar o futuro de Planeta. Mas ainda estamos a tempo de fazer alguma coisa por todos. Para já eu sempre vou reduzindo a minha " pegada ecológica " ao menor possível.
Até qualquer dia.
 
  

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Uma vida num chapéu.

Aqui há tempos um Amigo surpreendeu-me com uma proposta à qual dei o meu acordo imediato. Não poderia ser de outra forma até porque é mesmo para isso que a amizade serve. Assim " rezam velhos manuscritos ".


O resultado final é um belo livro no que aos textos diz respeito porque quanto às ilustrações não poderei formar juízo de valor. outros o farão certamente.

Se eventualmente alguém estiver interessado por favor entre em contacto com o meu Amigo e autor através do link que anexo.https://goo.gl/forms/aIQXLfnmd8G4qn162

terça-feira, 27 de junho de 2017

3º mais até ao fim do século e...

A pouco e pouco vemos como o clima está a mudar. Sinceramente já não sei o que pensar, em concreto, destes tempos que vivemos no que a esse tema diz respeito. Ora temos um calor abrasador, ora temos o frio. O que mais falta faz não apareceu a seu tempo. A chuva.
    Li  aqui há dias um artigo em que o autor afirma que no Alentejo é notória a morte de árvores como o sobreiro e a azinheira por escassez de água.

Nascer do Sol no presente. Ainda vivemos no paraíso.

   Não venham atribuir culpas a nós, portugueses, que em quase nada contribuímos para as alterações climáticas e consequente aquecimento global  mas sim a quem realmente a merece. Os países ricos que atearam a fogueira onde o mundo começou a ser consumido.