terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Velhos ! Como sobrevivemos à infância ?




Nascidos antes de 1986.

De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 40, 50, 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter
sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.

Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas 'à prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões.
Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos Play Station, X Box..
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem.
Eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles?

Parabéns!

Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as
nossas vidas, 'para nosso bem'.

Para todos os outros que não têm a idade suficiente, pensei que gostassem de ler acerca de nós.

Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.

A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois. Chamam-se jovens.

Nunca ouviram 'we are the world' e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel.
Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname.
O HIV/SIDA sempre existiu.
Os CD's sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança.
Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie, são filmes do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira telenovela).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar. Concerteza

SIM ESTAMOS A FICAR VELHOS (heheheh) ,
Mas tivemos uma infância do caraças !!!
Imagens e texto: Algures por essa internet.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Frio. Chuva pouca. Fevereiro normal ?



Semana com frio

Informação Meteorológica Comunicado válido entre 2018-01-30 23:53 e 2018-02-04 23:59 Semana com frio Uma vasta região anticiclónica localizada na região dos Açores vai continuar a dar origem ao transporte de uma massa de ar muito frio e seco sobre o território do continente ao longo da próxima semana. Amanhã, com a passagem de um sistema frontal de fraca atividade, o vento vai ser temporariamente fraco do quadrante oeste, com a ocorrência de períodos de chuva fraca que se fará sentir na região norte a partir do meio da manhã, estendendo-se gradualmente a todo o território e passando a aguaceiros. A precipitação será sob a forma de neve acima da altitude de 800 metros. A partir da tarde o vento vai tornar-se de norte, soprando moderado a forte no litoral e nas terras altas.A partir de Domingo prevê-se que o céu esteja geralmente pouco nublado, mas apresentando temporariamente alguma nebulosidade com possibilidade de aguaceiros em geral fracos e dispersos, mas que serão de neve acima de 800 metros de altitude. O vento deverá soprar moderado do quadrante norte, temporariamente forte no litoral e terras altas, o que, aliado a uma pequena descida da temperatura, vai acentuar o desconforto devido ao frio.Durante a próxima semana a temperatura mínima de verá atingir valores entre -2 e -7 ºC nas regiões do interior Norte e Centro, onde a temperatura máxima deverá variar entre 2 e 8 ºC.Nas regiões do litoral a temperatura máxima não deverá ultrapassar 14 ºC, descendo a mínima para valores entre 0 e 5 ºC.Para mais detalhes sobre os avisos meteorológicos emitidos consultar:http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev-sam/Para mais detalhes sobre a previsão meteorológica para os próximos dias consultar:http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.descritiva/http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.significativa Sex, 02 Fev 2018 20:14:37

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Fósseis. Um Portugal adiado ?



 Li hoje no Jornal I


Portugal tem estado a perder muitos fósseis de plantas que são levados por investigadores de outros países para o estrangeiro. A denúncia é feita ao i por um paleontólogo da Universidade do Algarve. A lei não prevê a proteção deste tipo de património, avisa. E Portugal teria muito a proteger: tem vestígios que datam de há mil milhões de anos e exemplares das primeiras plantas com flor

Há fósseis portugueses a serem levados para outros países. O alerta é feito ao i por Mário Miguel Mendes, investigador do Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) da Universidade do Algarve (UAlg), para quem esta é uma matéria “extremamente sensível” que coloca em causa “valores naturais e culturais relevantes”.
O problema é facilmente identificável. Portugal, explica o investigador, tem condições “excelentes” para o estudo da evolução da flora, reconhecidas quase em todo o mundo. “Essas características têm
despertado a curiosidade e o interesse de investigadores de outros países”, continua. É da Alemanha, França, Suíça, Suécia e Japão que mais investigadores se têm deslocado ao território português, conseguindo, com o apoio de cartas geológicas ou de GPS, “aceder às nossas jazidas e recolher material que transportam para os respetivos países de origem”.
A questão é que, em Portugal, ao contrário do que acontece com os vestígios arqueológicos, não há legislação que proteja as descobertas feitas no âmbito da paleontologia – ciência que estuda os fósseis de animais e plantas. Por isso, nada impede os investigadores estrangeiros de continuarem a transportar para os seus países fósseis que são património português.
A proteção adiada Mário Miguel Mendes recorda que, em tempos, a proteção e promoção do património paleontológico esteve na agenda do governo. “No governo de António Guterres, o ministro da Ciência e Tecnologia, José Mariano Gago, tentou fazer algo nesse sentido”, nota. Foi então criado um grupo de trabalho que registou “inúmeras recomendações sobre esta temática”. António Guterres, contudo, viria a demitir-se e nada se fez.
O novo governo, nas mãos de Durão Barroso, promulgou a lei n.o 107/2001, que se debruça “en passant”, diz o investigador, sobre o património paleontológico português. E, de facto, assim é: ainda que reconheça o seu valor patrimonial, a lei não estabelece qualquer proteção legal a esse tipo de património.
Lá fora, países há que valorizam o seu património paleontológico. É o caso do Brasil onde, como recorda Mário Miguel Mendes, durante anos ocorreu tráfico e comercialização de fósseis raríssimos extraídos das entranhas da bacia do Araripe. “A maior parte desses fósseis eram transportados para a Europa e o Museu de História Natural de Berlim, por exemplo, possui uma coleção riquíssima de vegetais fósseis oriundos da região do Cariri”. Consciente disso, o governo brasileiro proibiu “a exportação e comercialização de fósseis”, ao mesmo tempo que a polícia federal tem vindo a desenvolver um importante trabalho “no âmbito do tráfico de fósseis”, acrescenta o investigador.
Uma viagem ao passado Portugal é um local particularmente frutífero para a investigação de fósseis na evolução da flora. Mas porque é assim? Mário Miguel Mendes explica que o país “tem uma geologia com características que possibilitam acompanhar as principais etapas de evolução das plantas”. Em território português é possível encontrar rochas que datam do Proterozoico Superior, há 1000--542 milhões de anos.
O investigador leva-nos de volta ao passado, como quem conta uma história. Há cerca de 320 milhões de anos, Portugal começava a ser povoado por cordilheiras de montanhas com lagos, habitat de vários tipos de vegetação. “Havia cavalinhas gigantes (Calamites) e plantas afins de licopódios e selaginelas atuais mas de porte arbóreo (Sigillaria, Lepidodendron), a par de coníferas que lembravam araucárias. Os fetos eram particularmente abundantes e diversificados”, descreve Mário Miguel Mendes.
Depois, as colisões dos continentes constituíram o supercontinente Pangeia e resultaram em alterações no clima. Estas alterações tiveram consequências para a vegetação: no final do Paleozoico, há cerca de 300 milhões de anos, muitas plantas extinguiram-se e perto de 90% dos seres vivos desapareceram.
Entretanto, no Triásico – há 225 milhões de anos –, “as plantas foram povoando as imensas áreas continentais semidesérticas”, prossegue Mário Miguel Mendes. No Jurássico – há 200-150 milhões de anos –, “as coníferas dominavam a vegetação arbórea”. Há 140 milhões de anos, no Cretácico, desenvolviam-se plantas que se acredita relacionarem-se com as primeiras angiospérmicas – plantas com flor –, “que hoje dominam todos os ambientes terrestres”. No seio da comunidade científica, esta súbita ocorrência foi motivo de espanto ao longo de gerações. Charles Darwin, por exemplo, considerava o fenómeno “um mistério abominável”. Hoje, sabe-se que o desenvolvimento das plantas com flor terá acompanhado a evolução dos insetos.
Tesouros por descobrir Portugal é especialmente rico em vestígios desse período. “A flora cretácica portuguesa é extremamente rica”, nota o investigador. “Tem características que permitem acompanhar a evolução florística desde o Cretácico Inferior – com predomínio dos fetos, coníferas, ginkgos, cycas, Bennettitales e outros grupos de plantas já extintos – até ao Cretácico Superior, quando as angiospérmicas colonizaram praticamente todos os ecossistemas terrestres”, continua.
E porque é interessante para a ciência estudar a flora fóssil? “As plantas são organismos extremamente sensíveis às alterações climáticas em escala continental” e refletem as modificações do ambiente terrestre. Por isso, o estudo das plantas fósseis tem “grande interesse”, pois permite verificar “anomalias de temperatura e de precipitação”, explica Mário Miguel Mendes.
O processo No trabalho de campo, ao descobrir-se um novo fóssil, a paragem seguinte é o laboratório. As amostras de sedimento recolhidas começam por ser submetidas a ataques químicos com ácidos “a fim de eliminar toda a fração mineral”, explica o investigador.
As amostras são depois lavadas com água destilada, tarefa que se estende por duas a três semanas “devido à existência de restos vegetais incarbonizados (carvão)”. O objetivo é, no final, obter “resíduo palinológico (relativo a palinologia, ramo da botânica que estuda o pólen e os esporos, recentes ou fossilizados), onde se encontram os esporos (partícula reprodutora das plantas) e os pólenes”.
Nem os esporos nem os pólenes podem ser observados à vista desarmada. Por isso, os investigadores recorrem a um microscópio ótico. Os pólenes e esporos identificados durante a observação são então “identificados e fotografados”.
A par do microscópio ótico, os investigadores recorrem também ao microscópio eletrónico de varrimento, que lhes permite observar “as ultraestruturas (estrutura detalhada) dos espécimes”. Também essas são identificadas e fotografadas.
Novas descobertas A par do trabalho desenvolvido no Centro de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Algarve, centrado na investigação e análise da flora fóssil, Mário Miguel Mendes tem vindo a colaborar também com outras equipas e a fazer várias descobertas na área da paleontologia ao longo dos últimos anos. A mais recente foi revelada ao mundo em junho de 2017, num artigo em coautoria com Else Marie Friis e Kaj Pedersen publicado na revista científica “Grana”: é uma nova flor, Paisia pantoporata, e foi recolhida na jazida de Catefica, perto de Torres Vedras.
A nova flor é uma descoberta importante porque, como explica ao i Mário Miguel Mendes, os investigadores acreditam “tratar-se de uma flor pertencente a uma linhagem já extinta. É a primeira flor do Cretácico Inferior de Portugal, descrita até ao momento, que apresenta pólenes pantoporados (designação que diz respeito à estrutura da parede dos grãos de pólen, com pequenos espinhos e perfurações)”. Os nomes são complicados mas, para quem trabalha nesta área, são valores que importa proteger. A equipa acredita que a organização floral do fóssil “e a presença de pólenes pantoporados sugere afinidade com as Ranunculales (ordem dentro das angiospérmicas, plantas com flor)”.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Sintra, já se avista a maravilhosa serra



Lord Byron descreveu-a assim na Peregrinação de Childe Harold.
" Mosteiros suspensos de horridos penedos; sobros seculares em volta de precipícios vestidos de musgo, que o ardor do sol crestou; arbustos gotejando à sombra no vale profundo; o azul suave de um mar tranquilo; aureos pomos em viridentes ramos, torrentes que se despenham das cristas da serra, no alto as vinhas, cá em baixo as ramas dos salgueiros... Forma tudo um quadro maravilhoso de variada beleza ! "


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Janeiro

Parece que este Inverno está a ser muito bom para a reposição da água nos terrenos tão carentes dela deste nosso Portugal continental. Tem chovido alguma " coisa " e tudo parece indicar que tal é para continuar. Vamos a ver...
Olhai, os lirios do campo.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Invernia portuguesa.



Descida da temperatura e neve na sexta-feira

Informação Meteorológica Comunicado válido entre 2018-01-02 19:52 e 2018-01-04 19:52 Descida da temperatura e neve na sexta-feira Na sexta-feira, dia 5 de Janeiro, devido à passagem de uma superfície frontal fria, prevê-se a ocorrência períodos de chuva, que será por vezes forte nas regiões Norte e Centro, estendendo-se à região sul ao longo da manhã, e passando a aguaceiros que serão de neve nas terras altas, descendo gradualmente a cota para 600 metros de altitude. Há condições para ocorrência de granizo e trovoada. O vento será moderado a forte de sudoeste, soprando muito forte com rajadas até 90 km/h nas terras altas. Após a passagem da superfície frontal o vento roda para o quadrante oeste, tornando-se forte no litoral, com rajadas até 80 km/h. A partir da tarde de sexta-feira prevê-se ondas de noroeste com 6 a 7 metros de Viana do Castelo ao Cabo de Sagres.Estas condições meteorológicas deverão prolongar-se para sábado, dia em que os aguaceiros serão mais frequentes no litoral. A temperatura deverá descer, devendo-se registar valores abaixo de 0ºC nas terras altas do Norte e Centro na madrugada de sábado, com temperatura máxima abaixo de 14 ºC em Lisboa e Faro, prevendo-se 4 ºC na Guarda.Para mais detalhes sobre a previsão meteorológica para os próximos dias consultar:http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.descritiva/http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.significativaPara mais detalhes sobre avisos meteorológicos consultar:http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev-sam/Para mais detalhes para a navegação marítima consultar:http://www.ipma.pt/pt/maritima/boletins/ Ter, 02 Jan 2018